Lendo múltiplas entradas analógicas no Arduino: Cuidados e Recomendações

Este trabalho inicialmente relata as disponibilidades de encapsulamento do ATmega328, e os cuidados a tomar no projeto de placas de circuito impresso quando o utiliza. Em seguida faz uma rápida visão geral do conversor analógico digital do componente e suas características, depois uma breve explanação sobre o circuito equivalente de uma entrada analógica. Contextualiza-se então o problema a ser estudado, que é a leitura de mais de um sinal analógico na mesma aplicação. Através de seis sketchs são abordados seis diferentes métodos de efetuar leituras de entradas analógicas: I- leitura de um canal analógico com sensor de luminosidade; II- leitura de outro canal analógico com sensor de temperatura; III- leitura dos sinais anteriormente citados em uma mesma rotina de aplicação; IV- leitura dos dois sinais com um intervalo de guarda entre as leituras dos diferentes sinais; V- leitura dupla de cada sinal com descarte da primeira leitura; e VI- leitura dupla de cada sinal com processamento de média móvel. A cada experimentação de cada método é feita um comparação com os resultados obtidos nos dois primeiros métodos avaliando os resultados obtidos e finalmente construindo uma lista de recomendações que constituem boas práticas para a leitura dos sinais analógicos com o ATmega328, incluindo recomendações de hardware e software.

Codificador Rotativo e Arduino: Considerações para uso

Este trabalho busca aclarar conceitos e disseminar conhecimentos básico cerca os codificadores rotativos para emprego em controles manuais de equipamento em substituição de potenciômetros, ou chaves de onda, sem no entanto se aventurar às soluções específicas de substituição destes, outrossim, ao interfaceamento do componente com a arquitetura Arduino, muito embora possa de forma geral ser estendido a outras arquiteturas, tratando de métodos de leitura e interpretação de sinais abrindo possibilidades para não só a substituição dos componentes de controle tradicionais mas também na constituição de Interface Humano Máquina – IHM (Human Machine Interface – HMI) sem, no entanto, tanger este tema. Em função da tecnologia empregada nestes componentes, aborda-se também a temática de ruído inerente nos sinais obtidos por contatos mecânicos, uma vez que constituem fator complicador da implementação do hardware envolvido.

SPI – Serial Peripheral Interface

Inegavelmente a comunicação serial tem vantagens econômicas com relação à comunicação paralela por exigir, de maneira geral, apenas uma via de comunicação para transmissão e uma via de transmissão para recepção, quando não uma única via, e não múltiplas. A Interface Periférica Serial se caracteriza por ser sincrona, ter fluxo de dados full-duplex e capacidade de até 2Mbps. É muito popular no universo dos embarcados estando incorporada em diversos microcontroladores presentes no mercado.

Instalação do openSUSE com pós instalação mínima

Agora na série de artigos sobre instalação de distribuições Linux, mantendo a uniformidade nas tarefas, pré-instalação, instalação e pós instalação, a distribuição openSUSE será abordada. O openSUSE tem como marcante o recurso de ferramenta integrada para sua configuração e manutenção, marcando presença em muitos servidores pelo mundo a fora. Seu caráter é de dar suporte à arquitetura x86_64, ser de utilização geral (servidores e desktops), configuração ajustada pelo utilizador com apoio de ferramentas integradas, portanto, indicada a usuários de médio ou alto nível de conhecimento técnico.

Instalação do Gentoo a partir do Live-CD

Na sequência da série de artigos sobre instalação de distribuições Linux, a distribuição Gentoo é uma das que mais exige do seu administrador, fazendo a excentricidade do Slakware parecer simplória, pois exige alto nível de conhecimento técnico para sua configuração e manutenção. Seu caráter é de dar suporte à arquitetura 32 e 64 bits, sem calendário de lançamentos, configuração ajustada pelo utilizador, portanto, indicada a usuários com alto nível de conhecimento técnico.

Instalação minimalista do Slackware 14.2

Dando continuidade à série de artigos sobre instalação de distribuições Linux, mantendo a uniformidade nas tarefas, pré-instalação, instalação e pós instalação, a distribuição Slackware 14.2 será abordada. O Slackware tem um longo histórico e é um tanto excêntrico por exigir um nível de conhecimento técnico elevado para sua configuração e manutenção. Seu caráter é de dar suporte à arquitetura 32 e 64 bits, sem calendário de lançamentos, configuração ajustada pelo utilizador, portanto, indicada a usuários de médio ou alto nível de conhecimento técnico.

Instalação do Debian 9.5 com pós instalação minimalista

Dando continuidade à série de artigos sobre instalação de distribuições Linux, mantendo a uniformidade nas tarefas, pré-instalação, instalação e pós instalação, a distribuição Debian, uma das mais populares e tradicionais, neste caso 9.5, será abordada. Seu caráter é de dar suporte à arquitetura x86_64, baseada em FHS, com lançamentos discretos, e opção de interfaces de linha e gráfica, com possibilidade de configuração semi-automática ou ajustada pelo utilizador, portanto, indicada a usuários de viversos níveis de conhecimento técnico.

Configuração de Interfaces de Rede no Arch Linux

Hoje a acessibilidade com a Internet é mandatória, embora em casos especiais certo nível de isolamento torna-se necessário pelos mais diversos motivos: segurança de dados; restrição de acesso a sites indesejados; isolamento de máquinas sensíveis a ataques de hackers; etc. Para dar solução a essas necessidades algumas máquinas têm de ser equipadas com mais de uma interface de rede com configurações distintas. É comum ser necessário uma interface configurada para utilização de IP fixo e outra de IP dinâmico. A configuração do Arch Linux admite um utilitário de linha de comando para operações de inspeção e configuração de rede denominado netctl que trabalha conjuntamente ao systemd como será visto aqui.

Instalação simplificada do Arch Linux com pós instalação minimalista

Iniciando uma série de artigos sobre instalação de diferentes distribuições Linux, procurando ser uniforme nas tarefas relacionadas, quais sejam, pré-instalação, instalação e pós instalação, a distribuição Arch Linux será a primeira abordada. Seu caráter é de dar suporte à arquitetura x86_64, baseada em FHS, com lançamento contínuo, e configuração ajustada pelo utilizador, portanto, não indicada a usuários leigos.

Introdução ao DNS – Domain Name System

O papel da Internet tem se tornado exponencialmente presente e importante na vida das pessoas. Mas para que seja possível usá-la, diversos recursos devem estar disponíveis. Em meio a tantos recursos, um muito importante para o ser humano, é aquele que permita poder se relacionar com a Internet em seu próprio nível, sem ter de lidar com endereços IP, que, afinal, pode ser números enormes atualmente. É neste ponto que entra o DNS – Sistema de Nomes de Domínio.